Não sou a maior conselheira amorosa que exista. Não tenho um histórico amoroso que se olhe e diga: Oh, meu Deus, esta sim resolverá meus problemas. Mas sou s o l t e i r a. Não a solteira número um, nem a número dois. Sou a solteira que deixa acontecer. Não procura, nem se esconde. Há coisas e pessoas na vida que são impossíveis evitar.
Riem de mim quando me perguntam se eu estou namorando e escutam como resposta: Não, graças a Deus. Não sou piriguete, como tio Bruno gosta de frisar. Apenas não acho que uma garota com 18 anos necessite estar namorando ou casada pra mostrar para os outros que é amada e querida. Assim como não preciso também estar solteira até meus trinta anos para mostrar que consigo ser uma mulher independente e respeitada. Tudo acontece ao seu tempo, não é?
Solteiros, a vida é bela e paixões são mais ainda. Mas fica a dica da recém nascida: O amor aparece quando menos nos damos conta disso. Ele chega de mansinho, pelas portas do fundo e sem fazer barulho. E de repente: Corações nos olhos. Além disso, assumir um compromisso não é sentença de morte ou muito menos um passo para o altar. De vez enquando é legal ter alguém com quem contar, que te aqueça no frio e te derreta com o olhar.
Enfim... Por enquanto vamos aproveitar que antes de solteiros somos humanos. Beijos, me siga!




