domingo, 24 de abril de 2011

Regados!


Esquerda para direita!
Tamires Regados: A Felícia da casa! Como sempre, agarrada com o gato.
Emanuela Regados: A viciada da casa! Como sempre, agarrada com o café.
Talita Regados: A player da casa! Como sempre, agarrada com o vídeo game.
Tatiane Regados: A retardada da casa! Como sempre, agarrada com a cara de boba.

Desabafo desamoroso

Ele a conhece, ela o conhece. Ambos se apaixonam e em menos de um mês já sentem que o amor dos dois é tão forte que podem assumir um compromisso sério, assim começam a namorar. Problemas chegam, ele se vai. Ela conhece um novo rapaz. Eles se apaixonam e em menos de um mês já sentem que o amor dos dois é tão forte que podem assumir um compromisso sério, assim começam a namorar. Novos problemas chegam e ele se vai. Outro rapaz aparece e a paixão é novamente intensa. Em menos de um mês já sentem que o amor dos dois é tão forte que podem assumir um compromisso sério, assim começam a namorar. Novos problemas idênticos aos outros chegam e ele se vai. Antes que mais um apareça, ela já sabe que ele vai aparecer. E a história é sempre a mesma. Protagonista é a mesma, enredo é o mesmo, cenário é o mesmo. Só muda os coadjuvantes. Que fazem toda a diferença. E no fundo no fundo, a protagonista vai sempre esperar o mesmo fim. Não querendo que se repita, mas aceitando que se repita. Até o dia que o autor terá uma enxaqueca e terminará a história. E a protagonista pode ficar com a história acabada em três momentos. Primeiro: Conhecer um rapaz. Ou o segundo: Apaixonar-se e assumir um compromisso sério. Quem sabe o terceiro: Os problemas chegarem e ele se ir. Mas não importa, ela já passou tanto por isso que o aceita sem rebuliços qualquer final que a história tenha. Isto é... Teoricamente.

Put your hands in the air

“Move your body
Out on the floor
Put your troubles aside, start livin'
Anybody, can let go
Throw away all your problems, 'cuz right now it's party time” Chris Brown

  Acho engraçado a forma como o mundo é egoísta e prepotente. O mundo, não. As pessoas. Mas todos! Inclusive eu. Afinal, quem nunca falou a frase: Aff, por que tudo acontece só comigo?
    Se pararmos pra pensar em quantas pessoas já falaram isso veremos, então, que tudo acontece com muita gente. Todos nós temos motivos suficientes pra entrar em depressão, pra não sair de casa quando ficarmos deprimido, pra tratar mal qualquer um que venha te contar uma piada quando estiver de mau humor. Temos motivos, mas não a obrigação. Podemos deixar que aquele dia cheio de preocupações, irritações e dores de cabeça não influencie em nada no nosso sorriso. Todos possuem vidas difíceis, afinal nascer já é complicado, imagina viver. Mas vamos imaginar se todos que tem problemas em suas vidas fizessem disso o motivo para tratar mal as outras pessoas, motivo para não sorrir mais, não contar uma piada ou rir de uma. Eu seria a primeira a defender o suicídio. Não sou perfeita, não vivo rindo, não vivo 100% bem e feliz com a vida pra dar lição de vida pra qualquer um que seja. Porém a vida me pareceu muito melhor quando entendi que um dia cheio de problemas e frustrações é apenas mais um dia e esse acaba quando chega meia noite pra um outro dia começar. E se esse outro dia começar mal também, temos até meia noite pra ele se tornar bom. Ah! Sorrir emagrece muito mais do que chorar. Deixa as pessoas mais bonitas e evita rugas. Experimente prender o dedo na porta, xingar um ‘caralho’ bem alto... Sorrindo! Fica muito mais divertido.
    Eu tenho problemas, tu tens problemas, ele tem problemas. Nós temos problemas! Mas muito mais que isso... temos uma vida! E depois dessa sabe-se lá o que virá. Que tal aproveitarmos a que temos, seja com alegrias ou tristezas, deixando o mundo um pouco menos feio? É só usar os lábios e quem sabe os dentes ,se tiveres. Vambora rir! E fazer rir!

sábado, 16 de abril de 2011

Ensinando e aprendendo

Cada dia que passa eu aprendo mais. Sim, aprendo com meus alunos, aprendo todo dia e muito mais do que vocês possam imaginar. Esses dias, por exemplo, meu aluno me deu uma aula do perigo da eletricidade que ele aprendeu soltando pipa. E o outro me ensinou como se colocar uma pipa no ar. Além disso, aprendi com uma garota de 7 anos que não é bonito sambar encostando o pé todo no chão e nem dar muitas paradinhas durante a música, como ela disse: fica estranho! É uma troca constante. Eu ensino um monte de convenções chatas como b com a faz ba e eles me explicam por que eu não posso correr durante um tiroteio. Acho o segundo conteúdo muito mais interessante. Porém não estou falando dessa troca nesse texto. Quero falar sobre a minha aprendizagem com a e d u c a ç ã o.
Aprendi [ ensinando ] que professora, além de professora, deve ser mãe, babá, amiga, fada, bruxa, amarrar cadarço, pentear cabelo, dar banho, deixar a turma quieta, explicar a matéria, alfabetizar, corrigir maus hábitos, conversar com os responsáveis, fazer uma aula lúdica e ainda ter tempo para passar bastante dever de casa. Além disso, professora não deve reclamar do salário. Afinal... “só trabalha quatro horas por dia, cinco dias por semana, duas férias ao ano e ganha mais que um salário mínimo”. Por que não bati palmas ao ouvir isso? Por favor, escute minha ironia nessas palavras. Um dia consigo fingir que não ouvi essa frase e escondo minha indignação com total perfeição.
A Educação me ensinou que os pais de hoje são totalmente diferentes dos pais de ontem. Não todos, claro. No meu tempo minha mãe dizia: Se sua professora me fizer uma reclamação sua, te meto o cacete. Hoje, a mãe diz: Se sua professora me fizer uma reclamação sua, meto o cacete nela. Fiquei muito feliz ao ver um pai indo buscar um aluno da minha classe e mal esperando chegar em casa, já foi abrindo o caderno e vendo os deveres, perguntando como foi na escola. Esse vai ser um dos meus primeiros alfabetizados. Fico orgulhosa quando vejo mães e pais procurando ajudar o filho mesmo sem saber. O que me entristece é ver aquelas que nem saber que o filho tem caderno sabe.
A Educação não anda. Capenga. E quando entramos numa sala de aula e vemos a realidade como ela é... Pah! Tapa na cara. Na teoria tudo é belo... Na prática? Temos que virar super-homens e mulheres-maravilhas! E acima de tudo, super heróis amando o que fazem!

É diferente

Repassar é diferente de ensinar
Lacrimejar é diferente de chorar.
Apreender é diferente de aprender
Falar é diferente de dizer.
Tombar é diferente de cair.
Apoiar-se é diferente de subir.
Ouvir é diferente de escutar.
Olhar é diferente de enxergar.
Tocar é diferente de sentir.
Gargalhar é diferente de sorrir.
Ficar é diferente de beijar.
Amor é diferente de amar.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dane-se!

Já fui daquelas que se preocupavam em responder todos os recados do orkut no exato momento em que os lia. Já fui daquelas que entravam no msn apenas para ver se aquela pessoa estava on line. Já fui daquelas que davam muita importância para os outros e não recebia nada em troca. Já fui daquelas que se martirizava por ouvir alguém falando mal de mim. Já fui daquelas que choravam por ver um sentimento não correspondido. Já fui daquelas que passavam uma noite se remoendo por uma palavra dita e outra não dita. Já fui daquelas que se achava a pior pessoa do mundo ao ouvir um ‘cara, como você está chata hoje’.
Pois é, meus queridos, hoje sou aquela que solta um ‘dane-se’ silencioso todo dia. Mal educada, não. Realista e bem decidida das minhas prioridades. Pense bem. Para quê acabar meu dia por um ser que cria um conceito meu se eu sei que tal conceito está errado? Quem mais sabe da minha vida se não e u?
O que me faz rir é olhar para trás e ver as lágrimas que soltei por causa de outros. Hoje rio por ver que eu perdia noites [ chorando ] que eu podia dormir e sonhar com meu Keanu Reeves, enquanto a tal pessoa se esbaldava na folia. Não sei tudo, na verdade, pouco sei. Mas o que sei me ajuda e muito. É de grande ajuda para lidar com falsidade, com recalque, com inveja, com traição, com falta de respeito e com sentimento não correspondido. A receita? Chama-se     D a n e – s e !